22/02/2005 19:31
...
Silêncio que assume meu canto,
Incomoda, entristece,
Provoca o pranto.
Melodia sem sentido,
Sem palavras, sem ruídos,
Apenas pensamentos,
Intimamente perdidos.
Encontro com a solidão necessária,
Busca da solução arbitrária,
Momento único de recolhimento,
Sem paz, nem alegria,
Mas sem tormento.
Silêncio que invade a alma,
Esvaziando a mente,
Docemente,
Forçando o coração demente,
A não pensar no amor inexistente.
Solidão que pára o tempo,
Transforma a guerra em batalha,
Machuca feito navalha,
Cortando o corpo da gente.
Solidão tão companhia,
Nos momentos de agonia,
Calmamente anuncia,
Que após a noite, vem o dia!
enviada por Rodrigo
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado ::
(O que é isso?)
CopyRight � Destiny - Template Shop